Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa


A Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa (RGPLP) é uma edição conjunta do INDEG-ISCTE, Lisboa, com a Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro, a Faculdade de Economia da Universidade Agostinho Neto, Luanda, e a Escola de Negócios e Administração de Moçambique, Maputo desde 2016.

Anteriormente, desde 2002, a revista era denominada Revista Portuguesa e Brasileira de Gestão (RPBG), com base na parceria entre o INDEG-ISCTE e a FGV, que, por sua vez, sucedeu à Revista Portuguesa de Gestão (RPG) lançada em 1985 pelo ISCTE.

A RGPLP tem periodicidade quadrimestral e assegura uma abordagem científica e também de divulgação de diferentes áreas de Gestão.


Revistas Publicadas


Capas

Quadrimestral • Volume 17 | 2018

Quadrimestral • Volume 16 | 2017

Quadrimestral • Volume 15 | 2016

Quadrimestral • Volume 14 | 2015

Números disponíveis

Sumário das Revistas Publicadas sob a denominação RPBG e RPG


RPBG | Sumários 2013-2014
RPBG | Sumários 2002-2012

Editorial

Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa n.º 2 de 2018

Este número publica trabalhos originais de autores brasileiros e portugueses em torno de três temas importantes na gestão – o papel dos consultores, a sucessão nas empresas familiares, em particular nas PME, e a deteção de falhas assistenciais em unidades hospitalares com pacientes em estado crítico – e uma questão recorrente na investigação qualitativa que se prende com a dimensão da amostra. Os três artigos sobre gestão suportam as conclusões em estudos de amostras no tecido empresarial português e num hospital público universitário do Brasil.

Os autores que abordam o papel dos consultores visam elaborar um modelo para o desempenho destes enquanto intermediários do processo de construção do conhecimento. O estudo incide sobre uma amostra de consultores de gestão e de gestores de PME em diversas regiões portuguesas.

Sobre a temática da sucessão em empresas familiares, o artigo parte de um estudo de PME familiares num dos distritos industriais portugueses, a região de Leiria, no centro de Portugal, para salientar que quase metade dos entrevistados já se preocupa com a sucessão e elaborou um plano, mas em grande parte fê-lo sem apoio de especialistas da área. A autora sugere que esse apoio é importante para evitar erros comuns nesses processos.

As falhas assistenciais, com os seus custos humanos e na gestão económica das unidades hospitalares, são um dos desafios da administração no sector da saúde. Partindo de um estudo realizado em Unidades de Terapia Intensiva num hospital público do Brasil, os autores concluem que a quase totalidade dos incidentes detetados poderia ter sido evitado.

Finalmente, três autores portugueses sugerem algumas «regras de algibeira» para definir a dimensão de uma amostra na realização de uma investigação qualitativa. O artigo aponta cinco erros típicos e sublinha que, por vezes, uma amostra pequena, mas bem selecionada, pode ajudar a refinar teorias estabelecidas.


«Nesta edição publicamos trabalhos originais em torno de três temas importantes na gestão – o papel dos consultores, a sucessão nas empresas familiares, e a deteção de falhas assistenciais em unidades hospitalares – e uma questão recorrente na investigação qualitativa que se prende com a dimensão da amostra».

Luís Antero Reto

Diretor

Bianor Scelza Cavalcanti

Diretor