Três questões sobre porque fazer um Executive MBA (17.ª Edição) em tempos de crise

 A crise económica que está a afetar as empresas em todo o mundo, paradoxalmente, torna ainda mais relevante o papel do Executive MBA para os gestores que vão estar na linha da frente na recuperação e regeneração de muitas unidades empresariais.
O mundo pós COVID-19 vai exigir dos gestores uma ainda maior capacidade de transformação e inovação nos negócios, produtos, mercados e operações das suas empresas. E para se responder com eficácia a este enorme desafio, o EMBA do ISCTE Executive Education pode representar um instrumento valioso sobretudo a três níveis.
Em primeiro lugar, porque oferece uma visão integrada do state-of-the-art das principais áreas de gestão, trazendo novas ideias, conceitos e ferramentas, mas transmitindo-os de um modo muito aplicado, na melhor tradição, do saber fazer, que desde sempre tem caraterizado a gestão no ISCTE.
Em segundo lugar, o desafio da renovação e reinvenção empresarial irá cada vez mais exigir dos gestores o desenvolvimento de competências comportamentais, nomeadamente de liderança, comunicação, trabalho em equipa e gestão do tempo. O EMBA do ISCTE Executive Education tem unidades curriculares e módulos que respondem a cada uma destas dimensões e oferece ainda um inovador plano de coaching individualizado.
Finalmente e em terceiro lugar, esta fase, que importa catalisar, de relançamento empresarial, torna ainda valioso a partilha de experiências. O EMBA do ISCTE Executive Education oferece uma combinação apelativa de homogeneidade e diversidade. Homogeneidade, no sentido de uma relevante experiência profissional assente numa média de idade de 39 anos e cerca de 15 anos de experiência profissional e com a maioria dos alunos já desempenhando funções de liderança de equipas, departamentos e áreas de negócio. Diversidade, ao assegurar, em cada ano um conjunto de participantes com formações académicas, percursos profissionais e indústrias onde presentemente trabalham muito diferenciadas que, naturalmente, potenciam a valia da troca de experiências, num ambiente que fomenta, na sala de aula e nos trabalhos realizados, essa mesma partilha.

António Gomes Mota

 Um investimento numa boa formação, em cursos e em áreas que permitam um crescimento e desenvolvimento profissional de alguém é, geralmente, um bom investimento. Numa altura de crise, a formação torna-se ainda mais premente, para ajudar os gestores a lidar com a mesma da melhor forma possível.
Em geral no mundo, mas de forma mais visível e estudada nos EUA, há um aumento de alunos em programas de MBA quando há crises económicas, não só para os ajudar a lidar com a crise, como para se “armarem” com mais ferramentas para se poderem destacar no mercado de trabalho quando a economia recuperar.
Um bom Executive MBA vai precisamente ajudar os seus participantes a gerir os seus projetos em tempos de crise, dando-lhes conhecimentos e ferramentas, com aplicação prática, de modo a que os gestores consigam analisar de forma mais holística as situações com que se deparam, antecipar oportunidades, perceber as mudanças operacionais e estratégicas a implementar, identificar e gerir os stakeholders da melhor forma, gerir pessoas em condições diferentes, motivar os colaboradores e liderar com sucesso as suas equipas, entre outros.
Para além disto, um Executive MBA, composto por alunos com mais senioridade nos seus cargos e mais experiência profissional, permite a criação de uma rede de contactos que é muito útil em qualquer momento, mas que se torna ainda mais premente e relevante em momentos de crise.
Finalmente, a autoconfiança obtida por um participante num Executive MBA permite-lhe também mais facilmente motivar-se e acreditar mais em si e no papel de relevo que pode ter nas organizações, e assim ajudá-las a ultrapassar os momentos mais difíceis e a prosperar ainda mais em momentos de bonança.

Pedro Fontes Falcão

  Tendo mudado tanta coisa, na vida das pessoas e das organizações, ganhou porventura uma nova dimensão e talvez uma ainda maior urgência a exposição a novos conhecimentos e novas competências. Há também uma nova visão que valoriza a importância de partilhar e aprender com os outros ideias, experiências, receios e dúvidas. O Executive MBA do ISCTE Executive Education tem uma abordagem holística do desenvolvimento do gestor, da sua capacidade de decisão, que exige saber lidar com matérias, realidades e problemas complexos, da sua progressão pessoal, com os outros, comunicando, contribuindo, liderando e de saber olhar para o mundo, detetando oportunidades e desafios e enfrentando com determinação obstáculos e ameaças. O Executive MBA do ISCTE Executive Education assume com cada participante o compromisso de contribuir para a sua valorização na organização onde está ou para a concretização de novos desafios profissionais. E este compromisso, num mundo que está em tão grande mudança tem um acrescido significado. Mais do que destacar um corpo docente que alia como nenhum outro conhecimento, experiência empresarial e desempenho na sala de aula, um plano de estudos moderno e adaptado às necessidades de cada participante, experiências emblemáticas como o programa de liderança na Escola de Liderança dos Fuzileiros da Marinha, as Leadership Talks, o programa de coaching individual e a deslocação à London Business School, uma Escola de referência mundial, destaca-se antes a vontade de oferecer uma Learning Experience que faça progredir, pessoal e profissionalmente cada participante. Nos tempos de hoje, será ainda maior a importância de se ganhar outra visão, outras competências, outras ferramentas para gerir com sucesso as organizações num mundo em tão profunda mudança.

António Gomes Mota

  O Executive MBA do Iscte Executive Education (EMBA) destacou-se, desde cedo, como um programa de referência, ao obter apenas após a sua 3ª edição, a acreditação AMBA. Durante muitos anos não houve outro Executive MBA em Portugal com essa acreditação. E o EMBA conseguiu isso pois, desde a sua génese, esteve atento à realidade do mercado e a como assegurar que estaria sempre na frente do ensino para executivos em Portugal, inovando e respondendo às necessidades dos gestores. O grupo de participantes com mais de 15 anos de experiência mostra que há uma enorme pool de conhecimento e experiência na sala de aula, para além do docente, que alavanca ainda mais a aprendizagem de todos, e que quer aprender ainda mais.
Assim, o conhecimento proporcionado pelo Iscte Executive Education, muito prático e aplicado à realidade das empresas, e que procura estar sempre na liderança do conhecimento, junto com a experiência prática dos participantes, torna a valia da aprendizagem ainda maior.
A inovação no ensino da liderança, ao ser o primeiro curso a desenvolver uma parceria com a escola de Liderança dos Fuzileiros, ao trabalhar competências específicas de cada participante em sessões individuais e de grupo, é um aspeto chave para qualquer gestor, para o ajudar a liderar num contexto cada vez mais complexo e inesperado.
Ademais, a ida à London Business School, e a partilha de experiências proporcionada por executivos de topo que vêm falar nas suas aulas, trazendo, junto com os docentes, o que se está a fazer no momento nas empresas, permite também uma atualidade de conhecimentos e ferramentas, que permite aos alunos lidarem melhor com situações como a que presentemente enfrentamos.
Para além disso, a qualidade da aprendizagem reflete-se também numa maior confiança dos participantes no seu trabalho e no seu desempenho, que lhes permite aferir e decidir tomar mais riscos de forma calculada, que lhes permitam desenvolver-se cada vez mais como pessoas e como gestores.
E finalmente, a rede de contactos desenvolvida contribui também para um maior apoio e partilha de experiências e conhecimentos durante após o curso, ainda mais útil numa situação complexa como a atual.

Pedro Fontes Falcão

  Os programas de MBA, de um modo geral, devem possuir uma dinâmica, nos seus objetivos, conteúdos e nas aprendizagens que proporcionam, que responda às necessidades dos gestores e das empresas em que trabalham não só de hoje como principalmente de amanhã. E há hoje, num mundo empresarial diferente a tentar ultrapassar o impacto do COVID-19, um sentido de urgência na recuperação empresarial. Nesse sentido e sem perder o sentido de uma formação avançada em gestão global, o EMBA do ISCTE Executive Education também procura criar um ambiente que fomente ainda mais a criatividade, o pensamento menos convencional, a dinâmica da equipa e o combate de ideias, mas dentro de um espírito colaborativo. Para o efeito, está-se num processo de acrescida valorização, no âmbito da estrutura curricular, da análise e discussão de casos, de se introduzir nos workshops Leadership Talks que acompanham todo o programa, mais convidados externos que tragam ideias, visões e experiências mais desafiantes e de se criar uma nova abordagem no trabalhos de equipa, tanto em termos de relevância como de aprendizagem em termos de capacidade de adaptação e de liderança. Ir-se-á também procurar acentuar as dimensões de inovação e empreendedorismo do projeto de Business Challenge a desenvolver durante o 2º ano do programa.

António Gomes Mota

  A inovação nos conteúdos e no formato tem sido uma marca do Executive MBA do ISCTE Executive Education. Desde o início, com a aposta inovadora no formato do ensino da liderança com atividades na escola de Liderança dos Fuzileiros, e com a deslocação ao IE - Instituto de Empresas, de Madrid, o EMBA tem procurado responder às necessidades dos gestores, olhando para o futuro e não para o passado.
Com uma contínua adaptação da sua estrutura e dos conteúdos, seja através da criação de novas unidades curriculares ou da introdução de novas temáticas em unidades curriculares existentes, o EMBA apresenta uma estrutura que consegue abordar as principais hard-skills, soft-skills e também novas temáticas, tendo em conta a evolução da gestão e da realidade que a rodeia.
A nível de formatos, o EMBA tem o formato que considera mais adequado a cada unidade curricular, e vai adaptando-os às novas circunstâncias e realidades. A aplicação prática em diversos formatos, seja em sala de aula, seja em fins-de-semana, seja a apoiar entidades de cariz social no “terreno”, entre outros, permite um maior impacto da aprendizagem e da aplicação nas organizações dos participantes.
Para isso, tem contado entre outros, também com o apoio do seu conselho consultivo, com vários decisores relevantes a nível empresarial e político, que conhecem a realidade prática do país e das suas organizações.

Pedro Fontes Falcão